Manhã Má-Cabra...(rsrsrsrsrsrsrsr!)
Hoje aconteceu algo muito louco logo de manhã cedo comigo. Bom é verdade que acordo sempre com cara de poucos amigos, mas também não e pra tanto. Pra entender o que ocorreu eu vou explica.
Estava eu indo pra aula, atrasada como sempre, olhos inchados, descabelada, com muito sono. Dei uma bela pernada ate a porcaria da parada, ate ai tudo bem, de longe vi uma senhora sentada no paralelepípedo atrás do banco, até então imaginei que ela estivesse de saco cheio de sentar nos bancos das paradas e resolveu variar e aproveitar também pegar um bronze, pois tava um sol de lascar plena sete e pouco. Chego à parada, sento no banco, olho pra cara da senhora que parecia mais uma daquelas irmãs, percebo que meu cadarço esta desamarrado, quando começo o ato de amarrá-lo a velha (sim porque nessa altura passou da forma respeitosa de “senhora” para a forma mal-criada de “velha”) começa a gritar:
-Queima Serpente, vai pro inferno...
Ela gritava olhando diretamente pra mim, abaixada amarrando (na verdade iniciando) meu all star velho.
-O senhor e o pastor, queima esta serpente...
E eu lá parada com os cadarços nas mãos, pedindo que pelo amor de Deus o 352 (comboio para o inferno) chegasse o mais rápido possível. Quando não foi minha surpresa, lá surge de um modelo antigo, porém útil, o famigerado ônibus. Imediatamente me levanto corro e entro, a velha continua lá, agora cantando algum tipo de louvor do qual só entendi “O senhor comando o mundo...”.
Eu ri, o quê mais podia fazer se não rir? O cadarço? Ficou do jeito que chegou e está assim até agora, estou com medo de amarrá-lo e ser surpreendida por mais algum querendo que eu queime como uma serpente...no inferno de preferência...
Estava eu indo pra aula, atrasada como sempre, olhos inchados, descabelada, com muito sono. Dei uma bela pernada ate a porcaria da parada, ate ai tudo bem, de longe vi uma senhora sentada no paralelepípedo atrás do banco, até então imaginei que ela estivesse de saco cheio de sentar nos bancos das paradas e resolveu variar e aproveitar também pegar um bronze, pois tava um sol de lascar plena sete e pouco. Chego à parada, sento no banco, olho pra cara da senhora que parecia mais uma daquelas irmãs, percebo que meu cadarço esta desamarrado, quando começo o ato de amarrá-lo a velha (sim porque nessa altura passou da forma respeitosa de “senhora” para a forma mal-criada de “velha”) começa a gritar:
-Queima Serpente, vai pro inferno...
Ela gritava olhando diretamente pra mim, abaixada amarrando (na verdade iniciando) meu all star velho.
-O senhor e o pastor, queima esta serpente...
E eu lá parada com os cadarços nas mãos, pedindo que pelo amor de Deus o 352 (comboio para o inferno) chegasse o mais rápido possível. Quando não foi minha surpresa, lá surge de um modelo antigo, porém útil, o famigerado ônibus. Imediatamente me levanto corro e entro, a velha continua lá, agora cantando algum tipo de louvor do qual só entendi “O senhor comando o mundo...”.
Eu ri, o quê mais podia fazer se não rir? O cadarço? Ficou do jeito que chegou e está assim até agora, estou com medo de amarrá-lo e ser surpreendida por mais algum querendo que eu queime como uma serpente...no inferno de preferência...

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